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Vendas da Jerónimo Martins crescem 5,7% nos primeiros seis meses do ano

Vendas da Jerónimo Martins 2S 2020
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As vendas do grupo Jerónimo Martins (JM), no primeiro semestre de 2019, registaram um aumento de 5,7% face a igual período de 2018, traduzindo-se em vendas consolidadas de 8,9 mil milhões de euros, com um Like-for-Like (LfL) de +3,9%, quando comparado com período homólogo.

O EBITDA do grupo liderado por Pedro Soares dos Santos aumentou 5,6% para 471 milhões de euros, com o resultado líquido a atingir os 181 milhões de euros, correspondendo a uma evolução de 0,7%, apesar da redução de oito dias de vendas na Polónia face ao mesmo período do ano transato.

 

Por operação, destaque para a Biedronka, cujas vendas atingiram 6,1 mil milhões de euros, tendo crescido 7% em moeda local (+5,2% em euros). Destaque para o 2.º trimestre, no qual as vendas cresceram 12,1% (+11,5% em euros), com o desempenho LfL a ser de 8,6%, incluindo o efeito positivo de calendário relativo à Páscoa.

Neste período de seis meses, a JM abriu 27 novas lojas Biedonka e encerrou 11, traduzindo-se, assim, em 16 adições líquidas.

 

Ainda na Polónia, as vendas da Hebe atingiram 117milhões de euros, um crescimento de 26,4% em moeda local (+24,3%, em euros) no primeiro semestre face a igual período de 2018. Apesar dos oito dias adicionais de encerramento ao domingo, o LfL foi de 8% no período em análise. Já no 2.º trimestre, as vendas atingiram 61 milhões de euros, crescendo 29,4% (+28,7% em euros), com o respetivo desempenho LfL a cifrar-se nos10,3%.

Em Portugal, as vendas do Pingo Doce cresceram 4,1% no primeiro semestre, atingindo 1,9 mil milhões de euros, e o desempenho LfL (excluindo combustível) foi de3,4%.

 

Quanto ao 2.º trimestre, as vendas cresceram 5,6%para mil milhões de euros, com um LfL (excluindo combustível) de 5,1%, incorporando o efeito positivo de calendário relativo à Páscoa.

No que diz respeito à operação grossista do Recheio, as vendas aumentaram em 2% face aos primeiros seis meses de 2018, para 467 milhões de euros. Numa base LfL, as vendas cresceram 3,4%. Já no 2.º trimestres, as vendas atingiram 253 milhões de euros, 2,1% acima do 2.º trimester de 2018, com um LfL de 3,2%.

 

Finalmente, no outro lado do Atlântico, as vendas da Ara cresceram, em moeda local,31,6% (+25,9% em euros) e atingiram 356 milhões de euros. O crescimentode vendas no mesmo parque de lojas, aumentou nos meses recentes, tendo a insígnia terminado o semestre com um crescimento LfL a dois dígitos.

No 2.º trimester, por sua vez, as vendas foram de187 milhões de euros, tendo crescido 34,9% (+25,3% em euros).

A JM informa, em comunicado, que a Ara deu “prioridade a acelerar significativamente o crescimento de vendas no parque atual de lojas, abrindo 25 novas localizações nos primeiros seis meses do ano e terminando o período com 557 lojas”.

O presidente e administrador-delegado da Jerónimo Martins, Pedro Soares dos Santos, refere, no comunicado, que “em linha com a nossa estratégia, o foco no consumidor e o crescimento das vendas mantêm-se como as principais prioridades do grupo, sem comprometer a disciplina de custos e a filosofia de eficiência que garantem a competitividade e rentabilidade dos nossos modelos de negócio”.

Para o resto do ano, o responsável da JM quer “manter” os crescimentos “acima dos mercados nos quais desenvolvemos os nossos negócios”. Para isso, “continuaremos a reforçar as nossas operações e a trabalhar para ter as melhores propostas comerciais, que mereçam, cada vez mais, o reconhecimento e a preferência dos consumidores”, conclui.

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